Aplicadas em sites, blogs e páginas da web, as boas práticas de SEO facilitam que os usuários encontrem um produto ou serviço com maior rapidez. Sendo assim, um bom posicionamento nos mecanismos de buscas pode fazer a diferença em uma estratégia de Marketing Digital, tornando o seu negócio mais visível e com destaque no mundo digital. Afinal, quanto mais visibilidade, maior será o tráfego e maiores serão as chances de vendas!

Mas para que a sua marca tenha resultados satisfatórios, é necessário dominar muito bem o conceito de SEO e, pensando nisso, elaboramos esse super conteúdo para você! Nosso guia completo reúne todas as informações que você precisa saber para otimizar seu site e colocá-lo nas primeiras páginas do Google! 

O que é SEO?

O SEO (Search Engine Optimization), em português traduzido para otimização para mecanismos de buscas, reúne técnicas e estratégias que buscam otimizar sites, blogs e páginas da web, a fim de obter um bom ranqueamento orgânico nos resultados de pesquisa do Google. Citamos o Google, porque ele é o mecanismo de busca líder, dominando 90% de todo o tráfego orgânico da internet, mas podemos citar outros exemplos, como o Bing e Yahoo.

A cada segundo, milhões de pesquisas são feitas nesses buscadores por usuários que procuram por respostas sobre as mais diversas dúvidas, e, a cada busca, o Google organiza os conteúdos em um ranking que oferece as melhores respostas nas primeiras posições.

Então, aí que está o gancho para o uso do SEO, já que é a partir dele que é possível destacar de forma orgânica a melhor resposta da sua marca para a pergunta que os usuários buscam, garantindo o destaque do seu negócio no mundo online, tendo visibilidade e autoridade.

Veja também:

SEO e SEM: qual a diferença?

No marketing digital é muito comum surgirem dúvidas sobre SEO e SEM, afinal ambos garantem o mesmo objetivo: estar no topo das páginas de pesquisa. Porém, cada um utiliza métodos e técnicas diferentes. Então, a melhor maneira de entender sobre cada um é fazendo uma análise mais profunda de seus conceitos.

Bom, sobre o SEO já tivemos uma breve introdução no tópico anterior, mas apenas para relembrar: o SEO utiliza técnicas que fazem os sites se posicionarem na primeira página de um site de busca. Então, quanto melhor as estratégias adotadas, mais chances de um site aparecer logo nas primeiras páginas de pesquisa de forma orgânica, ou seja, de maneira espontânea, sem utilizar anúncios para que os visitantes acessem a página.

A inclusão de palavras-chave nos cabeçalhos, a utilização de urls amigáveis e a distribuição de backlinks são alguns exemplos práticos de táticas utilizadas para fazer com que um website ou blog sejam facilmente indexados pelos motores de busca, aumentando as chances de serem encontrados e bem posicionados nos resultados das pesquisas realizadas no Google, Bing, Yahoo, entre outros buscadores.

Já o SEM (Search Engine Marketing) consiste em utilizar duas estratégias – tráfego orgânico e links patrocinados - que possuem um objetivo: promover websites, aumentando sua visibilidade nas páginas de resultados dos mecanismos de busca.

Os links patrocinados são anúncios pagos que ganham destaque em posições privilegiadas nos sites de busca, podendo aparecer em formatos de texto ou imagem. Então, para atingir o topo do Google, por exemplo, as empresas utilizam o Google Ads, que é a plataforma utilizada para criar os anúncios. É possível observar os links patrocinados acima dos resultados de busca orgânica, e eles aparecerão sempre que alguém pesquisar por palavras-chave que estão sendo utilizadas na campanha.

O grande ponto para se utilizar os links patrocinados está na agilidade em conseguir resultados em um curto período de tempo, porém é importante se atentar a alguns detalhes:

Marketing digital não é mágica: muitos têm a ideia de que basta investir o dinheiro em SEM e o retorno será garantido, mas não é bem assim. Para que isso aconteça, deve haver planejamento e uma boa execução. Ter um público segmentado, escolher boas palavras-chave e estruturar a campanha, irá garantir que ela alcance quem realmente ela tem que alcançar.

Varie os canais: não existe somente o Google para investir em links patrocinados. Além de existirem outros mecanismos de busca, os links patrocinados também podem ser utilizados nas redes sociais. Então, é importante variar as opções e encontrar a que mais faz sentido para o seu negócio.

Custos envolvidos: Com a estratégia de SEM você pode gastar o que bem entender, mas isso não significa que não deva analisar os custos e colocar na ponta do lápis a melhor forma de organizar os investimentos feitos com essa tática.

Assim como os links patrocinados, os resultados orgânicos também fazem parte das estratégias de SEM. É caracterizada por chamar atenção de maneira a entregar o conteúdo buscado pelo próprio usuário sem necessitar de anúncios. O SEO atua nesta vertente.

Sendo assim, o SEM se completa com o SEO, um necessita do outro para que as estratégias fluam da melhor forma. O SEM atinge resultados a curto prazo, Porém, eles são pouco consistentes. Isso significa que, sem uma boa estratégia de SEO, o retorno obtido com as táticas pagas será menor.

Enquanto a visibilidade do SEM é mais acertada, porque o anúncio aparece para o público-alvo selecionado, o SEO oferece o conteúdo para qualquer pessoa. Então, fica claro que as duas abordagens devem ser trabalhadas em conjunto para que seu negócio decole e atinja os resultados desejados.

Como o Google funciona: entenda o passo a passo!

O Google é um mecanismo de busca totalmente automatizado e para ele ter a resposta para uma pergunta, é preciso que ela já tenha sido rastreada e indexada previamente. Mas para que a sua resposta seja exibida, ela precisa passar por um controle de qualidade e precisa atender aos seguintes fatores:

  • Apresentar um conteúdo confiável, responsivo, relevante e que seja correspondente à busca.
  • Ser maximizado, aplicável às mais diferentes localidades, línguas e circunstâncias possíveis.
  • Oferecer as informações de forma prática, útil e certeira.
  • Não apresentar problemas de segurança (https) para o usuário, como o roubo de dados.
  • Valorizar os produtores de conteúdo online e, com exceção dos anúncios, ser acessível e gratuita.

Utilizando robôs, o Google verifica de link em link cada página da internet para classificar e indexar os conteúdos em seus servidores. Dessa maneira, o algoritmo organiza e prioriza os melhores resultados para serem exibidos.

Chamados também de crawlers a pesquisa do Google acontece em 3 etapas:

Rastreamento

A primeira tarefa do Google é rastrear a web com spiders e descobrir quais páginas existem nela. Essa pesquisa é feita de maneira constante para que as páginas sejam adicionadas à lista de páginas conhecidas. Algumas páginas são conhecidas porque já foram visitadas pelo Google. Outras são descobertas quando o Google segue um link de uma página conhecida para uma nova. Além disso, algumas são detectadas quando o proprietário de um site envia uma lista de páginas (um sitemap) para o Google rastrear. Com um host da Web gerenciado, como o Wix ou o Blogger, é possível pedir ao Google para rastrear todas as suas páginas novas ou atualizadas.

Depois que o Google descobre o URL de uma página, ele a visita e rastreia para descobrir o que há nela. O Google renderiza a página e analisa o conteúdo, tanto textual quanto não textual, e o layout visual geral para decidir em que posição ela aparecerá nos resultados da pesquisa. Quanto melhor o Google entender o site, mais ele conseguirá levar seu conteúdo até as pessoas que estão à procura dele.

Para auxiliar e melhorar o rastreamento das páginas, confira se elas aparecem corretamente no seu site e veja se é possível visualizar os textos e imagens; caso você tenha atualizado alguma página em específico, é possível enviá-la diretamente ao Google; para o rastreamento completo do site, verifique se a página inicial (e todas as outras) tem um bom sistema de navegação, vinculado a todas as seções e páginas importantes. Isso ajudará os usuários e o Google a encontrar o que procuram no site. Para sites menores, basta informar ao Google a página inicial, desde que seja possível acessar todas as outras páginas seguindo caminhos de links com início nela.

Indexação

Depois que a página é descoberta pelo Google, ele irá tentar identificar o seu conteúdo. O processo de indexação consiste em analisar o conteúdo da página, catalogar arquivos de imagens e vídeos incorporados e tentar identificar sobre o que ela trata. Essa informação fica registrada no índice do Google, que é um grande banco de dados armazenado em muitos computadores. Para auxiliar nesse processo, se atente a isso:

  • Os títulos das páginas devem ser curtos e significativos: Os links de títulos dão aos usuários uma noção rápida do conteúdo de um resultado e, por isso, são relevantes para a consulta. Portanto, utilize títulos de alta qualidade e façam sentido.
  • Utilize texto em vez de imagens: o Google pode entender algumas imagens e vídeos, mas identifica melhor textos. É importante que caso inclua as imagens escreva legendas.

Exibição e classificação

Quando o usuário faz a pesquisa, o Google encontra a resposta mais relevante para ser exibida com base em diversos fatores e leva em consideração a experiência do usuário na escolha e na classificação dos resultados. Por isso, é importante que sua página tenha carregamento rápido e seja otimizada para dispositivos móveis; possua conteúdo útil e atualizado, além de seguir as Diretrizes para webmasters do Google, que ajudam a garantir uma experiência satisfatória ao usuário;

Algoritmo do Google e suas atualizações

Se tem uma coisa que deixam muitos profissionais da área de Marketing Digital sem dormir são as diversas mudanças que ocorrem no algoritmo do Google. Afinal, como vimos anteriormente, se um site não estiver em conformidade com os fatores de ranqueamento, ele não será exibido nos buscadores.

Então, o algoritmo do Google nada mais é do que um conjunto de fórmulas que possui a finalidade de analisar essas milhares de páginas e classificando as que possuem os conteúdos mais relevantes, através de palavras-chave, localidade, usabilidade e qualidade.

Mas desde o início do Google, o algoritmo passa por constantes mudanças tanto atualizações diárias que visam melhorar processos de entrega de resultados quanto os Core Updates que são as grandes atualizações que costumam ser realizadas a cada ano no algoritmo principal do Google. Como os Core Updates geram mudanças bruscas, são eles que costumam deixar de cabelo em pé quem trabalha com Marketing Digital, já que a partir desses updates é necessário repensar o planejamento estratégico e estabelecer pontos de melhoria no website ou blog para se adequar às mudanças.

Vamos ver um pouquinho mais sobre as principais atualizações do algoritmo do Google? Bora lá!

1. Florida (2003)

A primeira grande atualização do Google. Ela foi lançada com o objetivo de combater os sites de baixa qualidade que costumavam utilizar o keyword stuffing ou que é uma péssima prática de SEO que consiste na repetição exagerada de palavras-chave na intenção de enganar os sites de busca. Os atuais algoritmos do Google já detectam e penalizam sites que utilizam essa prática, então fique de olho!

2. Panda (2011)

A atualização Panda atribuiu às páginas uma classificação de qualidade para eliminar as táticas de driblar o SEO e spam da Web.

3. Penguin (2012)
Atualização focada em aperfeiçoar os resultados das buscas. Enquanto o Panda pune sites com conteúdos de baixa qualidade, o Penguin visa identificar estratégias de linkbuilding consideradas não legítimas, que buscam manipular os resultados da SERP.

4. Hummingbird (2013)

Teve como foco principal aumentar a compreensão da semântica nas buscas, trazendo uma forma mais inteligente de interpretar as consultas feitas pelo usuário tanto escrito quanto por voz.

5. HTTPS/SSL Update (2014)

Essa atualização veio para anunciar que o HTTPS se tornava um fator de ranqueamento, fazendo com que a internet fosse mais segura.

6. Mobile Friendly Update – Mobilegeddon (2015)

Voltada para dispositivos móveis, a Mobilegeddon passou a priorizar sites amigáveis para os mecanismos de busca dos dispositivos móveis.

7. Rankbrain (2015)

O Rankbrain, sistema de inteligência artificial que focava no processamento de dados dos resultados de busca.
Segundo o Google, o sistema se tornou um dos três principais fatores de ranqueamento, juntamente com a linkagem e o conteúdo.

8. Fred (2017)

A atualização Fred foi lançada para identificar sites considerados superficiais, com foco meramente em publicidade, sites de empresas que não geram informações relevantes, ou seja, páginas que o único objetivo é a geração de receitas.

9. Medical Update (2018)

Voltado para sites YMYL (Your Money Your Life), essa atualização impactou várias páginas relacionadas à saúde e finanças.

Páginas YMYL é uma das várias categorias de sites e páginas da web que podem influenciar a vida de qualquer indivíduo, para melhor ou pior. Por exemplo: sites que solicitem dados bancários, números de documentos e qualquer informação pessoal mais importante; páginas que aconselham sobre questões medicinais e relacionadas à saúde em geral, páginas que podem influenciar indivíduos a tomar decisões financeiras, etc.

10. EAT (2019)

EAT é a forma abreviada que o Google utiliza em suas Diretrizes para Avaliadores de Qualidade de Pesquisa e quer dizer, do inglês, “Especialização, Autoridade e Confiança”.

O que são cada um dos três fatores do EAT? Confira!

1. Expertise
Para ter bons resultados, você precisa ser um especialista no seu campo de atuação. Por isso, a experiência dos autores conta bastante: é melhor contar com um médico especialista em diabetes falando sobre o tema do que uma pessoa que possui a doença, por exemplo.

2. Autoridade
É preciso mostrar que você é uma autoridade no assunto. Se a sua página é uma comunidade ou fórum de discussão, a qualidade das discussões é o que direciona a autoridade. Comentários de spam ou pouco elaborados, como algo parecido com “grande post, muito obrigada!”, podem ser prejudiciais.

Na prática, ter um artigo sobre a sua empresa ou produto na Wikipédia ou em outros portais de notícia também indica que sua página possui autoridade elevada.

3. Confiabilidade
É necessário mostrar aos usuários que eles podem confiar em seu site, uma exigência especialmente importante para e-commerces, que pedem informações de cartão de crédito para efetivar as compras.

Erros gramaticais e de ortografia também são considerados critérios de confiabilidade. Uma palavra escrita errada já pode prejudicar seu ranqueamento, já que esse é um sinal de baixa qualidade.

Aproveite para ver também:

11. Atualização de diversidade (2019)

A partir dessa atualização, os sites passaram a contar com apenas 2 resultados diferentes na primeira página da SERP. Ou seja, portais que contavam com vários resultados aparecendo para uma mesma pesquisa tiveram esse volume de links reduzido para dois.

12. BERT (2019)

BERT, sigla para Bidirectional Encoder Representations from Transformers,foi lançado para ajudar a entender as pesquisas de uma forma mais parecida com os humanos.

13. Favicon e posição 0 (2020)

O termo Favicon vem da junção das palavras “Favorite” e “Icon”, que em português poderiam ser traduzidas como “ícone favorito”. Essa atualização passou a considerar como fator de ranqueamento os ícones de imagem associados aos sites.

Já os Featured Snippets, conhecidos como a posição 0, são como uma posição de relevância, em que são veiculados antes da pesquisa orgânica do Google, ficando atrás somente dos anúncios patrocinados. Antes dessa atualização, a página de resultados apresentava o conteúdo em destaque e repetia ele na sua posição original.

14. Core Web vitals 2020

Em maio de 2020, o Google anunciou um conjunto de métricas chamado Core Web Vitals, projetadas para ajudar os profissionais da web e proprietários de sites a otimizar suas páginas para que os usuários tenham experiências de alta qualidade. Além disso, essa atualização se junta a outros fatores de rankeamento que o algoritmo já considerava:

  • Compatibilidade com dispositivos móveis;
  • Navegação segura;
  • Uso do protocolo HTTPS;
  • Intersticiais não intrusivos “pop-ups”.

SEO On Page

O SEO On Page foca em estratégias de otimização para motores de busca realizados dentro das páginas web. Essas otimizações estão mais focadas no código e conteúdo que visam atender aos fatores de rankeamento.

Vamos ver então quais são os principais fatores de SEO On Page que você deve levar em consideração na hora de fazer a otimização da sua página:

Palavras-chave: Além de um bom conteúdo, é importante utilizar corretamente boas palavras-chave, afinal é a partir delas que os usuários encontrarão o seu conteúdo. As palavras-chave podem ser agrupadas em três tipos:

  • Head tail

São os termos de busca mais simples e abrangentes, por exemplo: marketing digital, marketing de conteúdo, etc. Por serem mais amplas, possuem alto volume de busca, o que significa que há mais gente pesquisando por esses termos, portanto o planejamento estratégico deve ser levado em consideração neste momento e atrelar termos de alta e baixa disputa sempre que possível.

  • Long tail

São palavras-chave mais específicas que possuem pouco volume de busca, mas que podem atingir de maneira mais direta quem busca por uma informação mais precisa, como, por exemplo: cursos de marketing digital em São Paulo.

  • Short tail

São as sub-categorias de palavras-chave que possuem entre dois a três termos no máximo.

Então, de maneira ilustrativa os grupos de palavras-chave ficam dessa forma:

Atributo Alt: É um atributo (código HTML) que é aplicado especificamente dentro de uma tag que faz referência a imagem de uma página HTML, com o intuito de facilitar o entendimento de imagens pelo Google Images.

Título das páginas: O title tag é um comando HTML que representa o título de uma página. É aquela informação que aparece na barra superior do navegador com um texto descritivo representando o título.

Ele é um dos ingredientes mais significativos do SEO Onpage pela grande importância que o Google determina em seu algoritmo ao conteúdo representado dentro dele. O crawler ao chegar em um site, o primeiro elemento que ele examina é o title tag.

URL amigáveis: A URL amigável nada mais é do que uma URL de simples compreensão, tanto para os buscadores como também para o seu próprio usuário. Assim que ele bate o olho na URL ele já consegue entender, logo de cara, sobre o que a página a seguir tratará.

Entenda mais sobre URL amigável aqui:

Heading tags: As heading tags são recursos utilizados em um código de HTML que destacam os títulos e subtítulos de uma página a partir de tags. Estruturadas de H1 a H6 elas trazem organização para a página, melhorando a navegação dos usuários.

Sitemap.xml: É um arquivo que contém todas as páginas (URLs) de um site e possui códigos específicos, com padrões e regras, que auxiliam os spiders dos mecanismos de busca a encontrar outras páginas.

Redirecionamento 301: O redirect 301 deve ser utilizado quando um site muda de endereço e pretende levar o visitante a uma outra página, evitando assim que ele fique perdido ao procurar alguma informação.

Página 404: Indica quando a página solicitada não se encontra mais no domínio. O grande ponto aqui é deixar essapágina mais personalizada e atrativa para que caso o leitor caia nela, ele possa seguir seu caminho navegando pelo site e não apenas se deparar com o “Error 404” e finalizar ali mesmo a sua visita.

SEO Técnico

O SEO Técnico faz parte do SEO On page, pois, de maneira resumida, ele é o conjunto de otimizações relacionadas à estrutura interna de um site. Ou seja, lida com códigos e com a arquitetura de um site de modo geral.

Então, ter um página com um boa velocidade de carregamento, ser mobile-friendly e garantir que todos os outros pontos abordados anteriormente sobre SEO on Page estejam sob controle vai fazer com que o site fique otimizado e ofereça uma boa experiência de navegação ao usuário.

Confira também nosso e-book sobre o assunto:

SEO Off page

Já o SEO Off Page são ações externas no seu site. O link building, por exemplo, é bem conhecido como a principal tática off page, através dele é possível construir uma reputação em torno de um termo ligado ao seu site ou página, fazendo com que ele tenha mais relevância na web.

Black Hat x White Hat

Para entender o Black Hat, é necessário explicar, primeiramente, o que é o White Hat: é a utilização das técnicas de SEO de forma ética, já o Black Hat utiliza táticas contrárias às diretrizes de qualidade com o objetivo de burlar e hackear os mecanismos de busca. Bem simples, não é mesmo?

Ao fazer o uso de gambiarras para manipular os resultados dos algoritmos podem trazer resultados a curto prazo, porém como já vimos anteriormente, o Google está sempre verificando sites que fazem o uso errado de SEO, penalizando-os e até mesmo os removendo da página de busca.

Então, a melhor forma de conseguir bons resultados é fazendo o uso das boas práticas de SEO, garantindo que um bom conteúdo, alinhado às regras e estratégias consiga um ranqueamento verdadeiro e livre de punições.

Aproveite para ler mais sobre este assunto aqui.

O que é uma penalização do Google?

Quando as visitas ao site diminuem bruscamente ou quando páginas que estavam bem posicionadas perdem o ranking, ou até mesmo desaparecem dos resultados de pesquisa, este é um alerta para uma possível penalização do Google.

Então, quando isso acontece é porque o Google identificou uma má conduta, o Black Hat, para tentar melhorar o posicionamento do site no motor de busca.

De forma geral, o buscador utiliza dois tipos de verificação para conceder as punições. A primeira delas é a verificação manual, na qual você recebe uma notificação. Nela, constam as explicações e os motivos que levaram o seu site a ser punido. Essa punição, normalmente, parte de uma ação individual feita por alguém que gerencia o seu site ou tem acesso a ele. O segundo tipo é a verificação automática. Ela é um pouco mais ampla, pois se baseia na análise dos robôs do Google. Basta que eles encontrem algo fora das regras para que a penalização aconteça de forma automática.

Não existe um código de conduta que detalhe de forma sistematizada os tipos de penalizações aplicadas pelo Google. Entretanto, as diretrizes estabelecidas costumam dar um norte e ser referência em relação a esse assunto.

Colocando em prática o SEO: por onde começar?

Para conquistar bons resultados com otimização de site para mecanismos de busca, é preciso ter muito bem planejado quais são os objetivos que sua empresa tem e o que ela pretende alcançar ao adotar as práticas de SEO, avaliando também possíveis recursos tanto materiais quanto humanos que podem ser necessários para que as implementações sejam feitas de maneira eficiente. Para isso, tenha em mente os seguintes pontos:

  • Analise o mercado

Para oferecer uma ótima experiência ao usuário, você tem que colher informações que te ajudem a traçar quem é o seu possível cliente e obter dados de como ele compra, o que ele busca, quais canais costuma utilizar, principais dados demográficos, enfim, tudo aquilo que defina melhor o seu público-alvo e te auxilie na hora de criar uma estratégia com as práticas de SEO mais específica, impactando e engajando quem de fato tem real interesse no seu produto ou serviço.

  • Analise a concorrência

Sim, saber o que a concorrência faz irá te dar um norte do que você poderá trazer como diferencial para o mercado para ser competitivo e disputar e se destacar tanto nas pesquisas orgânicas quanto pagas.

  • Faça um bom planejamento

O ato de planejar precisa ser coerente, então ao ter um objetivo é necessário que todo o planejamento do seu negócio seja focado nele.

Ter metas bem definidas fará com que o planejamento seja seguido de forma mais objetiva para atingi-las. Então, ao criar um planejamento de SEO pense em pequenas metas que podem ser alcançadas em curto, médio e longo prazo, dessa forma ficará mais fácil visualizar o cenário total e não estipular metas grandiosas demais que fogem da realidade do negócio, afinal os resultados não aparecem do dia para noite.

Por que adotar o SEO?

Ao fazer uso das boas práticas de SEO os resultados colhidos a médio e longo prazo serão compensadores tanto no aspecto de aumento nas conversões quanto para o posicionamento do seu negócio no mundo online.
Pequenas, médias e grandes empresas devem adotar o SEO em suas estratégias, principalmente, para tornar o negócio mais visível no mercado. Construir a autoridade impacta em diversos benefícios, tais como:

  • Aumento de tráfego qualificado;
  • Aumento de vendas e leads;
  • Maior retorno sobre investimento;
  • Leva a sua empresa à frente da concorrência.


Dentre muitos outros. As técnicas de SEO bem aplicadas podem ser o grande diferencial para construção da marca, independentemente da área, produto ou serviço do seu negócio.

Conteúdo SEO Friendly: como criar?

Conteúdo SEO-Friendly é o conteúdo escrito de forma que auxilie os mecanismos de pesquisa a entender do que se trata, e quanto mais relevante ele for aos usuários, maior será a probabilidade dele atingir os primeiros resultados de busca de forma orgânica. Por ser uma tática mais barata, seu resultado é obtido a longo prazo, porém, ao saber planejar bons conteúdos que realmente façam sentido para o seu público-alvo, garantirá que seus esforços sejam recompensados.

Acompanhe na imagem abaixo o exemplo de uma página que atende os requisitos básicos de SEO:

 

Confira nosso e-book sobre como fazer marketing de conteúdo com 12 ferramentas.

Frequência da postagem e tamanho do conteúdo

Uma dúvida bem comum é em relação a quantas vezes devem ser feitas as publicações e qual tamanho ideal que o conteúdo deve possuir. Porém, a resposta não é tão simples quanto parece, pois tudo vai depender do seu objetivo.

Dessa forma, não existe uma fórmula pronta que define qual frequência e tamanho são os mais garantidos para atingir o sucesso e reconhecimento da marca. Antes, muitos fatores devem ser levados em consideração:

  • Segmento de atuação;
  • Concorrência;
  • Quais são os recursos disponíveis;
  • Público-alvo;

Entre outros. Empresas que contam com uma equipe reduzida, por exemplo, não irão conseguir dar conta de um alto fluxo de conteúdo, porém podem se dedicar em artigos maiores, que tragam mais informações e sejam mais ricos em detalhes, o que garante maior qualidade no produto final. Com isso, as postagens poderão ser mais espaçadas entre uma e outra, permitindo dar o tempo necessário para que o conteúdo seja criado.

SEO para dispositivos móveis

O termo "Mobile SEO" refere-se às melhores práticas, estratégias, configurações, métodos e ferramentas utilizadas por desenvolvedores, webmasters e profissionais de marketing para garantir a indexação e melhorar a classificação do site em pesquisas realizadas nos dispositivos móveis.

A distinção entre SEO para dispositivos móveis do SEO tradicional não é tão grande quanto parece. Diretrizes básicas, como o uso de palavras-chave e linking building também são levadas em consideração por aqui. A diferença é que como os usuários de dispositivos móveis têm hábitos de navegação diferentes dos usuários tradicionais, isso deve ser levado em consideração na hora de otimizar.

Como fazer mobile SEO e otimizar conteúdos?

A seguir estão as principais recomendações para obter bons resultados nas pesquisas de dispositivos móveis de acordo com os critérios do Google!

  • Tenha um site mobile friendly

Para ter sucesso com SEO para celular, seu site ou blog deve, no mínimo, funcionar corretamente em dispositivos móveis .

Mas se você ainda não tiver uma versão compatível com dispositivos móveis, pode utilizar uma das três sugestões do Google:

Design responsivo: usa o mesmo HTML e URL, independentemente do dispositivo utilizado (computador, dispositivo móvel ou tablet), mas a renderização da página se adapta com base no tamanho da tela.

Exibição dinâmica: usa a mesma URL, independentemente do dispositivo, mas gera uma versão diferente de HTML para dispositivos diferentes.

URL separados: são códigos diferentes para cada dispositivo e URL separados. A configuração detecta o dispositivo do usuário e o redireciona para a página correta.

  • Atenção na velocidade da página!

Uma boa forma de saber se sua página está carregando na velocidade correta, é utilizando o Test My Site. Basta inserir a URL do site e iniciar o teste. Ao final, você confere um relatório e algumas sugestões para acelerar o carregamento do site.

  • Não bloqueie recursos do site para usuários mobile

Antigamente, era uma prática bastante comum bloquear alguns recursos do site na intenção de fazer com que a página carregasse mais rapidamente em dispositivos móveis. Porém, com a implantação do Mobile-First Index (a atualização do Google da qual já falamos anteriormente), ele considera a versão mobile como a versão principal. Então, se um conteúdo ou recurso é bloqueado para para usuários mobile, ele corre risco de não ser indexado ou rastreado corretamente.

  • Otimize títulos e meta descrições para a mobile SERP

Quando os usuários realizam uma pesquisa, os primeiros elementos de seu conteúdo com que eles terão contato será o que aparece na Search Engine Results Page (SERP). Sendo assim, quanto mais claro, curto e objetivo for o título e a meta descrição, melhor apresentado ele será na versão mobile, garantindo que a informação apareça por completo.

  • UX (User Experience)

Ao contrário dos computadores que, normalmente, são utilizados por longos períodos em atividades de estudo ou trabalho, os aparelhos móveis são acessados diversas vezes ao longo do dia, mas em intervalos de tempo curtos ou médios, muitas vezes para atender necessidades pontuais como tirar uma dúvida, responder uma mensagem ou acessar redes sociais.

Esse comportamento estimula a ansiedade dos usuários que desejam encontrar uma solução rápida para o que precisam em cada um desses momentos, então é aí que entra a importância de criar um site pensando na sua usabilidade a fim de proporcionar uma boa experiência do usuário.

7 Pilares do UX (User Experience Honeycomb – Peter Morville)

Útil: o conteúdo de uma página da web deve ter utilidade para o usuário;
Utilizável: a página deve ter facilidade de uso e fornecer o que o usuário espera;
Desejável: o site deve apresentar elementos (imagens, identidade, marca, sons, animações) visualmente atraentes e que incentivem a interação, fator bastante relacionado à interface do usuário;
Localizável: de uma maneira simples, é o objetivo do SEO fazer com que os usuários encontrem o site de maneira simples e prática;
Acessível: o site deve estar acessível a todos os usuários, independentemente das condições em que eles se encontrem;
Valioso: o conteúdo desenvolvido em um site deve oferecer valor aos usuários;
Confiável: a página da web deve transmitir autoridade sobre o assunto para que os usuários confiem no conteúdo desenvolvido.

  • Insira seu site nas pesquisas locais (SEO local)

O SEO local visa a otimização nos mecanismos de busca levando em consideração a geolocalização, facilitando que o usuário encontre uma solução perto do local em que se encontra.

Então, quando uma pessoa busca por um restaurante no Google, o buscador entende que é bem provável que ele esteja querendo opções próximas de onde ele está. Dessa forma, a localização do usuário entra como um fator muito importante para filtrar e classificar os resultados, encontrando rapidamente as melhores opções para ele.

O Google Meu Negócio é o grande diferencial no rankeamento das buscas locais, porém falaremos sobre ele mais pra frente. Continue a leitura!

  • Utilize as pesquisas por voz

Quando o usuário fala, a inteligência artificial entra para transformar a voz em um texto e realizar a busca no Google.

Essa funcionalidade pode ser feita em smartphones, tablets e assistentes ativados por voz, além de smartTVs e eletrodomésticos.

A pesquisa por voz, ou voice search, traz mais praticidade, acessibilidade e agilidade, por isso é importante estar atento em como aliar o SEO para essa prática.

  • Conquiste os featured snippets

Se o seu conteúdo conquistar um featured snippet (posição zero no Google), ele pode ser lido em voz alta pelos robôs virtuais.

Os snippets são cartões com respostas diretas para perguntas que aparecem no topo dos resultados das buscas, destacadas em forma de parágrafo, tabela ou lista.

  • Utilize uma linguagem natural

Para otimizar o SEO para pesquisa por voz, é preciso desenvolver conteúdos com uma linguagem mais natural e simples. As pessoas tendem a usar uma linguagem mais solta quando estão falando, por isso, vale a pena apostar sempre na simplicidade da escrita.

  • Faça conteúdos com perguntas e respostas

Boa parte das pesquisas por voz são perguntas. Então, fazer um conteúdo que se baseie em responder as perguntas que o seu público-alvo faz, fará com que aumente a possibilidade dele ser encontrado. O grande ponto aqui está em fazer o bom uso de palavras-chave. Para isso, se atente a essas dicas:

  • Estude sua audiência e entenda o perfil da persona do seu negócio/serviço;
  • Pesquise as principais dúvidas do seu público;
  • Além do Google Keyword Planner, utilize ferramentas como o Google Analytics Search Console para fazer uma pesquisa avançada das palavras-chave certas.
  • Utilize a tecnologia AMP

AMP significa Accelerated Mobile Pages, ou páginas aceleradas para aparelhos móveis. É um projeto de código aberto que tem o objetivo de melhorar a Web para dispositivos móveis fornecendo uma estrutura para a criação de páginas de conteúdo que são carregadas rapidamente.

As páginas AMP apresentam três configurações importantes:

AMP HTML: que nada mais é do que um código HTML otimizado com restrições e extensões que melhoram o seu desempenho geral;
AMP JS: que mantém a renderização dos elementos da página assíncronas de modo que o carregamento de nenhum item prejudique ou bloqueie a exibição de outro;
Google AMP Cache: uma função opcional que solicita o armazenamento das páginas AMP HTML no cache do próprio Google, acelerando a exibição do conteúdo a partir do acesso e dos resultados de pesquisa.

Na prática, quando um usuário clica em um resultado de pesquisa com um link para uma página com o AMP configurado, ele é direcionado para a versão simplificada da página (mais rápida) ? dependendo do seu navegador, uma opção com um link para a exibição original do conteúdo é exibida no topo do site.

Diferenças entre Site Responsivo e Site Mobile

Apesar de cumprirem o mesmo propósito, que é oferecer a melhor navegação em dispositivos móveis, os sites mobile e responsivos possuem algumas distinções básicas.

Site mobile
O site mobile, também conhecido como versão mobile, é caracterizado principalmente por ser um segundo site. Possui programação e código à parte desenvolvido especialmente para dispositivos móveis.

Geralmente, o site mobile fica em um subdomínio do projeto, como por exemplo “http://m.seusite.com.br” ou “http://mobile.seusite.com.br”. A programação analisa qual é o dispositivo de acesso e redireciona o usuário para o endereço adequado.

Ainda que seja mais trabalhosa e mais cara, essa solução possui uma gama maior de recursos a serem explorados e implementados, já que é exclusivamente focada no mobile. Isso impacta diretamente na taxa de conversão e no desempenho do site.

Site responsivo
O site responsivo, ou design responsivo, consiste no mesmo projeto do site original; porém adaptável para qualquer dispositivo com acesso à internet. Isso inclui smartphones, tablets e até mesmo e-readers (dispositivos para leitura de livros digitais, como o Kindle).

Em resumo: é o mesmo site, com o mesmo código e estrutura, mas que transforma o próprio layout de acordo com aparelho de acesso. Ele reorganiza o conteúdo com a finalidade de destacar o que é mais relevante e proporcionar uma visualização adequada ao usuário.

A maior vantagem do site responsivo é que toda a programação é feita uma só vez em uma única versão, o que consequentemente requer um investimento mais baixo e menos manutenção.

Vale lembrar que uma solução não é superior à outra: elas atingem objetivos diferentes de acordo com necessidades específicas. Por isso, você deve estudar bem quais são as demandas do seu site para fazer a escolha mais acertada.

Independentemente, o essencial é que o seu site seja mobile friendly, afinal, esse é um dos fatores mais relevantes de ranqueamento no Google, impactando nas taxas de conversão, rejeição e também no carregamento do seu site.

Quer se aprofundar mais no assunto? Veja mais aqui:

Gerencie a sua empresa no Google Meu Negócio

Google Meu Negócio ou Google My Business é uma ferramenta gratuita, que ajuda você a gerenciar a presença da sua empresa na internet, em outras palavras, como ela aparece na Pesquisa do Google e no Google Maps.

Através da plataforma você poderá divulgar informações sobre sua empresa (o que inclui nome, local ou horário de funcionamento), adicionar fotos, responder comentários de clientes e saber como e onde as pessoas estão procurando pelo o que você oferece na web.

Vantagens de utilizar a ferramenta

Vamos conhecer algumas das vantagens do Google Meu Negócio? Prossiga com a leitura!

Gerenciamento de informações

Além de ser muito fácil para gerenciar as informações, ainda é possível interagir com os clientes e postar fotos que mostram os produtos ou serviços da empresa. Os perfis no Google Meu Negócio que possuem imagens costumam obter mais visitas.

Aumentar o tráfego qualificado do site da sua empresa

O Google Meu Negócio é uma excelente ferramenta para complementar a sua estratégia e trazer tráfego para o site da sua empresa.

Quando buscam por um produto ou serviço específico, os clientes estão em uma fase bem avançada do funil de vendas e praticamente escolhendo a empresa na qual vão adquirir um produto ou contratar um serviço. Dessa forma, o tráfego que será direcionado para a sua empresa através do Google Meu Negócio está pronto para gerar uma conversão.

Melhorar a presença digital na própria ferramenta

Uma das principais vantagens do Google Meu Negócio é que se trata de uma ferramenta bem fácil e simples de manejar, até mesmo para potencializar os resultados.

É possível melhorar a própria presença digital, incluindo fotos dos serviços e produtos, inclusive apostando em imagens profissionais. Outra maneira de melhorar a performance no Google Meu Negócio é com a criação de campanhas inteligentes, que ajudam a destacar sua empresa e a mostrar mais os seus produtos e serviços.

Criar autoridade

Além de estar presente no Google Meu Negócio, você também deve utilizá-lo para gerar autoridade para a sua marca. Afinal de contas, uma marca que responde seus consumidores tem ou não uma maior probabilidade de aumentar a confiança para novas aquisições?

Assim, é possível criar uma conexão entre a marca e o público-alvo, algo muito buscado pelas empresas atualmente.

*Conteúdo Bônus*

SEO para Youtube

SEO para YouTube são as estratégias de otimização de canais e vídeos para melhorar o posicionamento nos resultados da busca. O YouTube é a maior plataforma de vídeos da internet e é considerado também um dos maiores buscadores, ficando apenas em 2º lugar atrás do Google. Por isso, é importante saber como otimizar o seu conteúdo por lá.

Para fazer um bom SEO para Youtube é importante, primeiro, entender o que ele leva em consideração. Porque só assim você e sua equipe terão um direcionamento correto para produção de conteúdo, encaixe de layout e tudo que permeia a questão de subir um vídeo na plataforma.

Como o Youtube foi comprado pelo Google, a plataforma utiliza a mesma inteligência de pesquisa do buscador. Ou seja, o oferecimento da melhor experiência de busca ao usuário. Por isso, o SEO para Youtube considera coisas como o histórico de pesquisa e navegação do usuário; critérios de engajamento (canais e vídeos que recebem muitos comentários e com frequência); preenchimento correto de título, tags e descrição ganham mais destaque do que vídeos que não preenchem algum desses campos.

Vantagens de aplicar técnicas de SEO para YouTube

Quando você aplica o SEO na plataforma, obtém várias vantagens. Entre elas estão:

  • Exploração de um novo nicho de mercado;
  • Capacidade de se destacar da concorrência;
  • Comunicação facilitada com a sua persona;
  • Construção de uma reputação digital;
  • Auxílio no SEO do seu site, caso possua.

Veja também:

Como fazer um bom SEO para YouTube?

Quanto mais você ganhar pontos com o algoritmo de pesquisa do YouTube, mais chances tem de alcançar as primeiras posições.

Portanto, vamos conferir agora algumas técnicas para que o YouTube favoreça o seu canal e os seus vídeos nos resultados das buscas dos usuários. Aproveite a leitura!

Pesquisa de palavras-chave

Palavras-chave são essenciais no SEO para YouTube, assim como para o Google. Por meio delas, a plataforma identifica o tema do vídeo, indexa o conteúdo e associa-o às buscas dos usuários.

Para saber quais são as palavras-chave que mais se adequa ao seu negócio, utilize ferramentas como o Google Analytics, Ubersuggest ou até mesmo a própria barra de pesquisa do YouTube para entender quais são as que possuem bastante procura na rede e, assim, aumentar o potencial de visualização dos seus vídeos.

Título

O título deve conter a palavra-chave principal, afinal esse é um dos fatores mais importantes para o YouTube fazer a indexação e o rankeamento do conteúdo.

Para que o vídeo apareça bem posicionado, o título deve ser o mais próximo possível da busca do usuário.

Tags

As tags são essenciais para o rankeamento de um vídeo. Elas são palavras ou pequenas frases que indicam o assunto e categoria, e é através delas que o YouTube faz a recomendação de vídeos relacionados, além de ser a forma que ele usa para fazer a indexação correta de acordo com os assuntos.

Então, para que uma estratégia de marketing digital seja eficiente no uso do YouTube, é essencial escolher as tags cuidadosamente. Elas são as palavras-chave que vão levar sua persona diretamente ao seu conteúdo.

Capa do vídeo

As miniaturas do YouTube dão aos espectadores a primeira impressão dos seus vídeos, fazendo com que eles se interessem pelo seu conteúdo e dê o play.

Então, aposte em um fundo atraente, com cores contrastantes e que chamem a atenção dos espectadores e escolha um texto que se complemente ao título.

Descrição

O algoritmo do YouTube também avalia o que está escrito na descrição e, de acordo com as pesquisas dos usuários, ele pode entregar seu canal nas primeiras posições de resultado de busca. Então, faça bom uso do espaço disponível e chame a atenção do usuário para o seu vídeo utilizando as palavras-chave, além disso adicione links para outros vídeos do seu canal, assim dará uma

Legendas

De uma forma muito semelhante ao que ocorre com as alt tags em imagens, o conteúdo das legendas pode atrair público para o seu vídeo. Porém, lembre-se de fazer uma boa revisão do conteúdo, já que palavras incorretas podem prejudicar a sua otimização.

Continue lendo mais sobre esse assunto aqui:


E chegamos ao final do nosso super guia de SEO. Esperamos que você tenha gostado e aproveitado para aprimorar seus conhecimentos acerca do assunto.

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André Cintra
André Cintra
André Cintra

Consultor, professor e palestrante com experiência em marketing digital e vendas. É CEO da Post Digital, agência de marketing digital fundada em 2010. Coordenou mais de 300 projetos personalizados para clientes nas áreas da saúde, educação, tecnologia, varejo e indústria. Ganhou o prêmio de Espada Ninja na Vitrine(Gold) no maior evento de marketing digital da América Latina, em 2019